22 de setembro de 2010

As regras da Extensão de Linha

Segundo os autores do livro Posicionamento A Batalha por sua Mente, Al Ries e Jack Trout, a tragédia da extensão de linha normalmente “caminha para sua conclusão inevitável em três atos”.

O primeiro ato é grande sucesso no curto prazo, onde geralmente essas empresas encontram um nicho, uma brecha na mente das pessoas que possibilita explorá-las de maneira magnífica...

O segundo ato é alimentado pela ganância e pela visão de que a partir do sucesso com a marca em determinada categoria a empresa agora pode estender sua marca levando a percepção que os clientes têm desta para outros produtos.
Já o ultimo e terceiro ato é o fracasso, ou como os próprios autores afirmam o desenlace.

O caso que os autores trazem para exemplificar esses atos é o lançamento do Fusca pela Volkswagem, onde a marca se posicionou de forma clara e muito forte no mercado de automóveis com o famoso “Think Small” (“Pense Pequeno”). Um grande sucesso. A partir desse sucesso a Volks decide estender a imagem de qualidade e confiabilidade de sua marca para os carros grandes e mais caros.



E para fechar o terceiro ato comprovando a idéia dos autores, a Volkswagem cai de primeiro lugar para quarto em carros importados, ficando atrás da Toyota, Datson e Honda. Além do fato de os oito modelos não venderem tão bem quanto um só.
“Isso não é apenas possível, isso realmente aconteceu”.

Apesar das longas críticas a essa idéia da extensão de linha, no final do capítulo 13 (“Quando a Extensão de Linha pode funcionar”) Ries e Trout levantam algumas regras de quando a “Lei da Extensão de Linha” pode ter exceções, seguem abaixo:

1. Volume de vendas esperado: Os produtos que são potenciais vencedores não devem levar o nome da empresa. Os produtos de pouco volume sim.

2. Concorrência: Quando há um vácuo no mercado, a marca não deve ter o nome da empresa. Em um território lotado sim.

3. Apoio publicitário: As marcas que contam com grande orçamento para publicidade não devem conter o nome da empresa. As marcas que têm um orçamento pequeno, sim.

4. Importância: Os produtos que constituem um grande avanço não devem conter o nome da empresa. Os produtos que ao são diferenciados, como os produtos químicos, sim.

5. Os produtos de prateleira não devem ter o nome da empresa. Os produtos vendidos por representantes sim.



@taciolobo
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25 de agosto de 2010

CRM Como Estratégia Competitiva - 5 Forças

Como CRM pode influenciar positivamente cada uma das forças competitivas de uma empresa



Objetivos da Apresentação:

  1. Apresentar brevemente os conceitos de Estratégia Competitiva, 5 Forças de Porter e CRM
  2. Demonstrar como o modelo de negócios com o Foco no Cliente posiciona a empresa em relação a cada uma das 5 Forças

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1. www.mktmay31.com
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2. CRM como Estratégia Competitiva - 5 Forças
Como CRM pode influenciar positivamente cada uma das forças competitivas de uma empresa

3. Objetivos
Apresentar brevemente os conceitos de Estratégia Competitiva, 5 Forças de Porter e CRM
Demonstrar como o modelo de negócios com o Foco no Cliente posiciona a empresa em relação a cada uma das 5 Forças

4. Sumário
Apresentando a Estratégia Competitiva e as 5 Forças
Introdução ao CRM
CRM e o Poder de Negociação dos Clientes
CRM e os Concorrentes
CRM e a Ameaça de Novos Entrantes
CRM e a Ameaça de Substitutos
CRM e os Fornecedores
Considerações Finais

5. Apresentando a Estratégia Competitiva
* Teoria desenvolvida por Michael Porter
* Idéia Central:
* Avaliar e definir a escolha estratégica mais adequada para gerar um diferencial competitivo sustentável
* Proporcionar melhores resultados e garantir um posicionamento exclusivo

6. Apresentando a Estratégia Competitiva
* Objetivos da Estratégia Competitiva
* Deve-se identificar os Pontos Fortes e Fracos da empresa
* As Estratégias Competitivas podem assumir um caráter ofensivo ou defensivo
* Buscam criar uma “posição defensável” contra as 5 Forças
Para conhecer mais visite:
http://tinyurl.com/estrategiacompetitiva-cap1

7. Apresentando as 5 Forças
* O grau de concorrência na Indústria depende das 5 forças:

8. Apresentando as 5 Forças
* Forças externas em geral afetam todas as empresas da Indústria
* Industria: Conjunto de empresas fabricantes de produtos que são substitutos bastante próximos.

9. Introdução ao CRM
“CRM é umaestratégia de negóciovoltadaaoentendimento e antecipação das necessidades dos clientesatuais e potenciais de umaempresa.”
Marketing 1to1
Peppers & Rogers

10. Introdução ao CRM
* O CRM (Gerência do Relacionamento com os Clientes) ou Marketing 1to1 tem como objetivos:
* Estabelecer um relacionamento individual
* Usar as informações coletadas para tratar os clientes diferentes de maneira diferente.

11. Introdução ao CRM
* O intercâmbio entre o cliente e a empresa se torna uma relação lucrativa e ganha-ganha, pois:
* Os clientes fornecem informações importantes em troca de serviços personalizados e lucrativos para esses
* A empresa aumenta sua margem e retorno ao acionista a medida que desenvolve produtos específicos para as necessidades dos clientes, que nenhum concorrente poderia ofertar.

12. Introdução ao CRM
* Há quatro etapas fundamentais na implementação do programa 1to1® (Peppers & Rogers):
Para conhecer mais visite: http://grupodeestudos.mktmay31.com/
www.1to1.com.br

13. Introdução ao CRM
* Glossário do CRM:
* BZ:
* Clientes nos quais o custo da atenção é maior que seu valor real e potencial – clientes que dão prejuízo para a empresa e com o qual não há perspectiva de lucratividade, mesmo se todo valor potencial for capturado
* CMV:
* Clientes com o Valor Real mais alto para a empresa – os que fazem a maior parte dos negócios, geram as mais altas margens de lucro, são mais predispostos a cooperar e tendem a ser os mais fieis. O objetivo da empresa para esses clientes deve ser a retenção.

14. Introdução ao CRM
* Glossário do CRM:
* CMP:
* Aqueles clientes nos quais o Valor Potencial do cliente – excede muito o valor real. São clientes que tem maior potencial de crescimento e este potencial pode ser concretizado através da manutenção do cliente por um longo período de tempo ou talvez pela alteração do comportamento dele, fazendo-o operar de uma maneira que custe menos para a empresa.
* IDIP:
* A metodologia de quatro etapas do Peppers & Rogers Group para implementação de relações one to one com os clientes.

15. Introdução ao CRM
* Glossário do CRM:
* Relação de Aprendizado:
* Um relacionamento entre uma empresa e um cliente individual que, por meio da troca de informações constante, vinda do cliente, permite a empresa conhecer mais as suas necessidades.
* Para cada ciclo de interação o cliente deve perceber que é mais conveniente fazer negócios com a empresa.
* Isso leva a fidelidade, pois o cliente percebe que para começar uma nova Relação com um concorrente teria que ensinar novamente tudo que já foi aprendido.

16. CRM e o Poder de Negociação dos Clientes
* Um grupo de compradores é poderoso se:
* Está concentrado ou adquire grandes volumes
* Os produtos que adquire são padronizados
* Enfrenta poucos custos de mudança
* São ameaça concreta de integração para trás
* O produto da indústria não é relevante
* O comprador tem total informação da industria

17. CRM e o Poder de Negociação dos Clientes
* Objetivo nesta força:
* Diminuir o Poder de Barganha
* Diferenciação através da Personalização
* Desenvolvimento de produtos/serviços exclusivos
* Aumento dos Custos de Mudança
* Tornar mais conveniente e lucrativo que os clientes mais importantes (CMV* e CMP*) mantenham o relacionamento com sua empresa através da Relação de Aprendizado

18. CRM e os Concorrentes
* A intensidade da concorrência depende de variáveis como:
* Concorrentes são numerosos?
* Qual a velocidade do crescimento da indústria?
* Há diferenciação dos produtos ou custo de mudança?
* Existem grandes interesses estratégicos?
* As barreiras de saída são elevadas?

19. CRM e os Concorrentes
* O conhecimento dos clientes pode ajudar a enfrentar a concorrência de três formas:
* Vender mais para os clientes com potencial a ser capturado (CMP)
* Manter os CMVs fora do alcance da concorrência
* Definir uma estratégia para perder os clientes de menor valor ou aqueles que geram prejuízo e não tem potencial a ser capturado (BZ).
* Fazer com que sejam atendidos por concorrentes

20. CRM e os Concorrentes

21. CRM e a Ameaça de Novos Entrantes
Novos Entrantes
Novos Entrantes
* O que a entrada de novos concorrentes pode gerar:
* Os preços podem cair
* Os custos dos participantes podem inflacionar
* A rentabilidade pode ser reduzida

22. CRM e a Ameaça de Novos Entrantes
Entrantes
* Propriedades das barreiras de entrada aos Novos Entrantes
* São mutáveis
* As decisões estratégicas tem um impacto importante
* São superáveis
* Fontes principais das barreiras à entrada
* Economias de escala
* Diferenciação de produto
* Necessidade de capital
* Custo de mudança
* Acesso aos canais de distribuição
* Política governamental

23. CRM e a Ameaça de Novos Entrantes
* O CRM vai estabelecer um forte relacionamento entre as empresas e seus clientes
* Fortes barreiras de mudança são estabelecidas no mercado:
* Será muito difícil para um novo concorrente tentar “roubar” os melhores clientes
* Para os atuais clientes reinventar a relação com o novo fornecedor não é conveniente (Relação de Aprendizado)
* Os novos concorrentes ficarão com os piores clientes (BZs) e, portanto, pensarão duas vezes antes de entrar neste novo mercado.

24. CRM e a Ameaça de Substitutos
* Os substitutos da indústria reduzem os retornos potenciais
* O posicionamento em relação aos substitutos pode ser uma ação coletiva da Indústria

25. Substitutos
CRM e a Ameaça de Substitutos
* O CRM visa conhecer seus clientes de tal maneira a poder antecipar as necessidades individuais e de grupos de clientes
* Antecipação e preparação contra os possíveis substitutos que possam atender as necessidades dos clientes, previamente mapeadas através da Relação de Aprendizado

26. CRM e os Fornecedores
* Um grupo de fornecedores é poderoso quando:
* É dominado por poucas companhias
* Não “têm substitutos”
* A industria para qual fornece não representa um cliente importante
* O produto fornecido é um insumo importante
* Há produtos diferenciados ou custo de mudança

27. CRM e os Fornecedores
* Integração SCM-CRM (SupplyChain Management – CustomerRelationship Management)
* O conhecimento do cliente permite previsão mais precisa da demanda
* Definição do que, quanto e quando comprar.
* Melhores negociações com seus fornecedores.


28. Considerações Finais
* O CRM deve ser visto com uma movimentação estratégica da empresa frente as 5 Forças
* O programa de Marketing 1to1 pode ter como objetivo atacar ou defender uma ou mais forças em específico


29. Considerações Finais
* Diferente de Porter, os autores Peppers & Rogers não possuem uma visão tão pautada na rivalidade das forças, mas sim na busca por uma relação lucrativa, principalmente com os clientes e fornecedores
* Como visualizado, o CRM pode ajudar a diminuir ou aumentar o grau das cinco 5 Forças Competitivas


30. Considerações Finais
* Se sua empresa for a primeira a utilizar o CRM terá a vantagem de poder escolher quais clientes manter e quais perder
* Se seu concorrente já está fazendo isso você poderá gastar muito mais recursos para tentar derrubar as barreiras de mudança que já foram estabelecidas


31. Fontes
* CRM Series - Marketing 1to1 – Peppers & Rogers
* 1to1 B2B – Peppers & Rogers
* Estratégia Competitiva – Michael Porter
* Competição – Michael Porter
* Artigo CRM e as 5 Forças Competitivas – Renato Ferrari


32. CRM como Estratégia Competitiva - 5 Forças
Como CRM pode influenciar positivamente cada uma das forças competitivas de uma empresa
Tácio Lobo
@taciolobo
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27 de julho de 2010

História dos canais de Marketing

Infográfico com a história do Marketing mostra de maneira simples a abertura da Harvard Business School, a invenção dos canais de comunicação, passando pelo telemarketing, invenção do e-commerce e da introdução do marketing de guerrilha até o início do século XXI, onde as mídias sociais se apresentam como ferramentas de web marketing.

O futuro do Marketing? Segundo o infográfico, Second Life e video games... Quem viver, verá!


Clique aqui para ampliar

Fonte: Penn Olson

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22 de julho de 2010

O Brasil está te chamando!


Mesmo antes de começarem os preparativos para a Copa do Mundo, foi lançada a campanha de marketing para promover o turismo internacional do Brasil. A campanha “O Brasil chama por você” é parte do plano que pretende causar um crescimento de 300% no turismo brasileiro e duplicar o número de turistas estrangeiros no país.

Criada pelo Ministério do Turismo junto com a Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), a campanha pretende mostrar o melhor do país: sua diversidade, modernidade, alegria e o estilo de vida dos brasileiros. Nela, serão investidos 30 milhões de dólares até o final do ano e, para divulgação, serão utilizados diversos meios, desde o marketing direto até o mobile marketing.

Luiz Barreto, o ministro do Turismo, declarou que “são ações ousadas, próprias do grande momento que vive o país”. Jeanine Pires, presidente da Embratur, concorda: “esta campanha é um grande avanço no posicionamento global do Brasil como destino turístico”.

Na semana passada, a presidente da Embratur esteve em Salvador para apresentar no evento Internet Marketing Road Show a palestra “Tecnologia Internet alavanca Turismo no Brasil para a Copa do Mundo 2014 e as Olimpíadas 2016”, na qual destacava as ações tecnológicas da campanha.

Em parceria com o Google, a Embratur lançou em março deste ano o canal do Brasil no YouTube. A iniciativa marcou a estréia mundial da convergência de duas tecnologias em um mesmo canal: a exibição de vídeos e a navegação no Google Maps.



O canal, que estreou com 88 vídeos, já teve 112.617 exibições. São vídeos de destinos turísticos brasileiros, depoimentos de celebridades, turistas que visitaram o país e de moradores. Além do canal no YouTube, a Embratur utiliza outras estratégias de marketing na web. São links patrocinados, banners virtuais e, principalmente, a utilização de mídias sociais como Facebook, Twitter, Hi5 e Flickr.
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19 de julho de 2010

O Produto cai e o Consumidor fica. Quem ganha no jogo do Marketing de Experiência x Marketing Tradicional



"Uma experiência vale mais que mil palavras, mas juntas elas são imbatíveis...
"


Quando vi essa imagem no Facebook de uma amiga, que trabalha na Red Bull, criei imediatamente a obrigação de escrever sobre o Marketing de Experiência, conceito inovador que vem se tornando cada vez mais explorado no mercado, seja através de eventos, “realidades aumentadas”, telas interativas, ambientes aromatizados, etc.

Para os despercebidos que não entenderam o porquê da associação entre a imagem e o “Marketing de Experiência x Marketing Tradicional”, peço que sigam 3 passos:

1. Foque o olhar nos participantes do evento na imagem, e nos seus rostos. Felizes ok?
2. Pensem na marca que está em primeiro na categoria de Energéticos na mente dessas pessoas.
3. Confiram se essa é a mesma marca que ostenta, dentro de uma universidade, um bonito e avantajado outdoor. (caso ainda não tenha visualizado, clique na imagem e olhe atrás desses felizes participantes do evento)

Sim, estou fazendo a inevitável comparação de uma marca que está estática atrás dessas pessoas, focando no seu produto e outra que cria experiências, interage com seus clientes, estimula a coletividade e o consumo, além de estar inserida no ambiente onde os jovens irão conviver por alguns anos de suas vidas. Não pretendo com essa crítica fazer uma comparação entre as estratégias das marcas e suas respectivas iniciativas de marketing, mas comentar o fato e valor simbólico contido na imagem, que traduz perfeitamente a essência do Marketing de Experiência.

Como apontado por Jorge Nahas, no seu post “Experience Marketing: quanto vale uma vivência?”, “... o Marketing de Experiências, ou Experience Marketing, convida as pessoas a viver uma experiência positiva em contato com um determinado produto ou serviço. Trata-se de um tipo de marketing relacionado às sensações humanas, no qual as empresas não se concentram somente em vender, mas em criar experiências agradáveis pelas quais seus clientes, sejam eles internos ou externos, possam vivenciar”.

Para que essas empresas tenham sucesso na criação de suas experiências com os clientes, precisam planejar a interação com uma abordagem sistêmica, valorizando cada sentido e cada emoção, pois só assim poderá gerar um forte laço, memorização e valor agregado à marca.



Um dado extremamente interessante sobre o comportamento do consumidor é que “mais de 80% das decisões têm enorme fundamento emocional.”, e isso remete diretamente a uma das Leis do Marketing, abordadas por Al Ries & Jack Trout no livro As 22 Consagradas Leis do Marketing. Mais especificamente a Lei da Mente – É melhor ser o primeiro na mente que o primeiro no mercado -, vale conferir uma breve descrição desta:

“Ser o primeiro na mente é tudo em marketing. Ser o primeiro no mercado é importante apenas na medida em que lhe permite chegar à mente primeiro. Por exemplo, a IBM não foi a primeira no mercado com o computador de grande porte. A Remington Rand foi a primeira, com o UNIVAC. Porém, graças a um esforço maciço de marketing, a IBM chegou à mente primeiro e logo venceu a batalha dos computadores. A Lei da Mente resulta da Lei da Percepção. Se o marketing é uma batalha de percepção, não de produto, então a mente tem precedência no mercado. O problema é colocar a idéia ou conceito na mente do cliente em perspectiva...”




Então se há mais de uma década esses gurus escreveram que o marketing é uma batalha de percepção e não de produto, o que faz aquele outdoor atrás dos participantes do Red Bull Gol de Lata*?

Enfim, essa é uma pergunta que só os Gerentes de Marketing responsáveis pela iniciativa podem responder, mas o que posso afirmar com certeza é que ainda existem muitos paradigmas à serem transpostos nessa ciência e arte que "leva-se uma vida para se aprender..."

*Red Bull Gol de Lata é um evento promovido e organizado pelos SBM's (Student Brand Manager) da Red Bull dentro das principais universidades do País, onde é oferecido aos participantes a experiência de disputar partidas de Futebol Moleque, jogadas com bola papel e traves de lata, além de degustarem o energético.




Baixe na nossa Biblioteca Virtual: As 22 Consagradas Leis do Marketing - Al Ries & Jack Trout

• Referências:
Fotos Red Bull Gol de Lata: Romeu Delmonte


- Leia também: Introdução – Posicionamento: A Batalha por Sua Mente
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15 de julho de 2010

Pesquisa Etnográfica: Um Estudo desse Instrumento pelos Profissionais de Pesquisa de Marketing

Estava garimpando meus artigos relacionados a pesquisa de mercado (Biblioteca Virtual - Marketing May 31) e achei esse sobre a Pesquisa Etnográfica aplicada ao Marketing. Um material muito interessante que com certeza valia ser abordado aqui no @mktmay31.

Preparamos uma apresentação de slide com um resumo do tema para que tenham um primeiro contato, mas ressaltamos que é um assunto bem minucioso que deve ser aprofundado ao máximo visando não desvirtuar seus objetivos e essência.



Fonte:
ETNOMARKETING antropologia, cultura e consumo - Pedro Jaime Júnior
MARKETING ETNOGRÁFICO: COLOCANDO A ETNOGRAFIA EM SEU DEVIDO LUGAR - Lívia Barbosa


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14 de julho de 2010

Brahma deve mudar latas para a cor vermelha


Por que a lata da Brahma é branca? Essa é a pergunta do teaser lançado no último dia 6 pela agência Africa, a mesma que criou o polêmico logotipo da Copa 2014.


Nos filmes, apresentados na televisão e também em virais disseminados pela web, um repórter vai às ruas e questiona as pessoas sobre a razão da coloração branca da latinha da Brahma, sendo que o logotipo é vermelho, o caminhão que transporta a cerveja é vermelho e a embalagem que protege as latinhas também é vermelho.


A ação antecede a mudança de cor pela qual a embalagem da Brahma deverá passar em breve. De branca, passa a ser vermelha.



No YouTube, além do filme que lançou o teaser, a marca tem postado diversos vídeos e intervenções do suposto repórter, que faz a pergunta repetidamente. No Twitter e no Facebook, a Brahma também faz alarde sobre o motivo da cor branca da latinha.



A marca não se pronuncia sobre a campanha, nem confirma oficialmente o novo visual da cerveja, mas antecipa que a revelação acontecerá no início da próxima semana. A mudança pode ser uma estratégia da Brahma para ter suas latas em destaque nas prateleiras, quando vistas ao lado das latas brancas de concorrentes.



Fonte: Adnews.com


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12 de julho de 2010

Shopping Paralela divulga campanha da Aventura na Neve


Uma atração radical está animando adultos e crianças no Shopping Paralela, a Aventura na Neve, uma rampa de 10 metros de altura, feita de neve artificial trazida do Japão, onde as pessoas escorregam em uma bóia especial, importada dos Estados Unidos. A atração é inédita no Norte-Nordeste e ficará montada, com exclusividade, no estacionamento do Shopping Paralela, em Salvador/BA, até 08 de agosto deste ano.

A bóia, muito utilizada em estações de esqui na Europa e EUA, percorre uma pista de 42m de comprimento e as pessoas descem sempre lado a lado, uma em cada bóia, proporcionando a emoção de uma disputa de bóia-cross. Para divulgar a atração, a agência de publicidade do Shopping Paralela, a Propeg, criou uma campanha que busca traduzir a adrenalina sentida por quem se aventura nessa brincadeira. De braços abertos e a emoção estampada no rosto, uma criança é o personagem da peça que está espalhada pelos principais outdoors da capital baiana.

Os ingressos para a Aventura na Neve estão sendo vendidos no local da rampa, na Praça de Eventos do Shopping Paralela e no balcão do Ticketmix, piso L2. A atração funciona de segunda a sábado, das 9h às 22h, e aos domingos, 12h às 21h. Cada descida custa R$ 5,00; e o ticket com direito a três descidas custa R$ 10,00.



Fonte: Portal da Propaganda
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Avon leva espaço de beleza para Belo Horizonte e Salvador

Avon Beauty Tour ativa linha de maquiagem e de esmaltes da marca




A Avon promove o Avon Beauty Tour em Belo Horizonte e Salvador. O evento ativa o lançamento Ultra Color Rich Mega Impact – o novo batom da marca – e os demais produtos da linha de maquiagem. Até o dia 15, maquiadores estarão à disposição das consumidoras no BH Shopping, em Minas Gerais, e no Shopping Iguatemi, na capital baiana. As participantes receberão consultoria especializada, dicas dos profissionais e terão suas unhas pintadas com os esmaltes da linha Avon Color Trend. Quem quiser também poderá adquirir os produtos da marca.


fonte: Mundo do Marketing


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9 de julho de 2010

Empresa e clube agem rapidamente e evitam prejuízo no caso Bruno

A fabricante de material esportivo Olympikus não deverá ter perdas financeiras e a imagem arranhada por conta do escândalo envolvendo o goleiro Bruno, do Flamengo, acusado de participação no assassinato da ex-namorada Eliza Samudio. Segundo especialistas em marketing esportivo, a empresa agiu rapidamente ao anunciar o rompimento do contrato de patrocínio – o único do goleiro -, na última quarta-feira, o que deve preservar a marca de associações negativas.“A empresa agiu rapidamente e evitou um arranhão na imagem”, diz Rafael Plastina, diretor da Infomídia, especialista em gestão e marketing esportivo. “Se fizer uma pesquisa hoje, muito provavelmente as pessoas que se lembram do Bruno não associarão a Olympikus ao goleiro”. Pesquisa realizada pela Infomídia com quatro mil pessoas no Rio de Janeiro e em São Paulo mostrou que Bruno foi apenas o 15º atleta mais admirado pela população carioca, com 1,1% dos votos dos entrevistados.
“Não acredito que as pessoas vão boicotar a Olympikus apenas porque o Bruno está na cadeia acusado de participar da morte da ex-namorada”, diz Clarisse Setyon, professora do curso de especialização em marketing esportivo da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). “A empresa é muito maior e mais forte do que o goleiro”.

O contrato de Bruno com a Olympikus é recente. Em maio deste ano, a empresa passou a fornecer material esportivo para o goleiro. De acordo com os especialistas, isso faz com que a imagem dele ainda não esteja diretamente associada à marca. “O link com a marca só acontece com o passar dos anos. É preciso continuidade para que haja associação da marca patrocinadora com o atleta”, diz Plastina.
Com o estouro do caso, o contrato de patrocínio de Bruno foi suspenso pela Olympikus até que as investigações da polícia sejam concluídas. Isso significa que a linha de produtos exclusivos do goleiro – como luvas, camisas e chuteiras – deixará de ser produzida nesse período. Procurada pela reportagem do iG, a fabricante de material esportivo não quis se pronunciar sobre o caso.
Para Amir Somoggi, consultor e professor de marketing esportivo e gestão do esporte, o goleiro Bruno foi o “porto-seguro” da Olympikus no Flamengo. A empresa se tornou a fornecedora oficial de material esportivo do clube em julho de 2009, quando fechou um contrato de aproximadamente R$ 21 milhões anuais. “Hoje a marca Olympikus está mais associada ao Flamengo do que ao Bruno”, diz Somoggi.

Apesar disso, Somoggi não acredita que a Olympikus saíra ilesa do caso Bruno. Para ele, o futebol gera uma série de benefícios para as empresas. Ao mesmo tempo, a exposição excessiva da marca torna-se um risco quando o atleta se envolve em polêmicas. “Muita empresa tem medo de entrar no futebol por causa dos aspectos negativos do esporte, com cartolas corruptos e violência”, diz Clarisse. “Agora, o diretor de marketing vai pensar 15 vezes se vai haver um novo Bruno”.

Lições

Apesar de não representar grandes perdas para a Olympikus, o caso Bruno pode ensinar uma série de lições para as empresas que investem em marketing esportivo. Segundo especialistas, as companhias vão dar mais importância para o comportamento dos atletas fora do campo de futebol. “Tem de incentivar as empresas a valorizar a ética e a moral”, diz Luiz Henrique Gullaci, professor de marketing da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e doutorando em administração pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP).


Fonte: http://economia.ig.com.br/

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8 de julho de 2010

Se a Espanha ganhar a Copa, os espanhóis ganham também!


Apesar do sucesso da “Fúria” na Copa do Mundo, existem alguns na Espanha que preferem que a seleção não ganhe a final. Isto se deve ao fato de que, nos últimos meses, muitas empresas prometeram que darão presentes ou que devolverão o dinheiro de seus clientes caso a seleção ganhe a Copa. Confira alguns exemplos de promoções que foram feitas:

O Banco Banesto lançará o “Depósito Seleção” que oferece uma rentabilidade de 4%, um aumento sobre os 3% de antes, se a seleção ganhar o Mundial. Se a Espanha ganhar, isso custará a Banesto cerca de 15 milhões de euros!


O Carrefour distribuiu 10.000 vale-compras de 100 euros cada um entre seus clientes para que possam gastá-los caso a Espanha ganhe a Copa. Se isto ocorrer, a promoção intitulada “Locos por el Fútbol” os levará a perder um milhão de euros! A Carrefour explicou que, além disso, realizou durante a Copa promoções diretas com os consumidores nas lojas totalizando descontos adicionais de 3,4 milhões de euros em produtos.

A Toshiba reembolssará o lote de televisores e portáteis a quem comprou antes do dia 10 de junho e a PC City dará 10 euros por cada gol que a seleção faça a quem comprar uma televisão de 32 polegadas.

A Media Markt a princípio ofereceu 25% de desconto em seus produtos caso a seleção chegasse as quartas de final e posteriormente prometeu devolver o preço total de alguns dos seus produtos se a Espanha ganhar a Copa. No entanto, colocou com letras pequenas: “se a Espanha ganhar todas as partidas”, fazendo com que a promoção já não seja válida uma vez que a seleção perdeu uma partida para a Suiça.

No Brasil, algumas marcas também usaram essa estratégia e lançaram promoções que prometiam benefícios aos seus clientes caso a nossa seleção fosse campeã. A TIM, por exemplo, anunciou uma promoção no seu o plano Infinity Pré seria automaticamente estendida até a Copa de 2014. Tomara que os espanhóis tenham mais sorte que os brasileiros e conquistem os benefícios prometidos pelas marcas.

Obs.: As informações referentes as promoções na Espanha foram retiradas do site Marketing Directo.

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1 de julho de 2010

Ação da Rossi para lançar empreendimento entra para o Guinness

Construtora cria maquete em realidade aumentada no terreno da construção

A Rossi desenvolveu uma ação de Marketing que foi para o livro dos recordes. A companhia utilizou realidade aumentada para lançar o empreendimento comercial Fibrasa Connection, em Vitória. Por meio de uma lona de 900m², os clientes que sobrevoaram o terreno puderam ver como será o prédio pronto com a ajuda da tecnologia. A ação chamou a atenção do Guinness Book, que enviou um juiz para registrar o feito. No stand da construtora, a projeção do empreendimento é feita em uma TV de 42 polegadas.

Fonte: Mundo do Marketing

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30 de junho de 2010

Pesquisadores de campo: Como evitar erros do entrevistador? (Parte 2)




4) Treinamento realizado. Esta etapa é uma das mais cruciais, quando se fala em pesquisadores de campo. Um treinamento mal realizado suscita dúvidas do pesquisador em campo e tende ao retrabalho. Como geralmente trabalhamos com prazos apertados e a satisfação do cliente está em jogo, é fundamental que o gestor dê atenção especial a esta etapa. Assim, caso o gestor da pesquisa não possua experiência alguma na área, indicamos que contrate uma empresa especializada. Às vezes pagar mais e obter um resultado mais efetivo é mais interessante que perder em prazo, qualidade e falta de informações úteis para a tomada de decisão. Caso gestor da pesquisa já tenha estudado sobre o assunto, inicialmente indicamos que este passe um pouco sobre a organização contratante (caso não haja uma clausula de sigilo com o cliente), o mercado que esta atua e o objetivo da pesquisa. Um pesquisador com conhecimento do processo como um todo terá maior possibilidade de ser mais claro e passar para o entrevistado o real objetivo de cada questão. A partir disso, o questionário deverá ser apresentado. É salutar que em treinamentos os entrevistadores passe em média 15 minutos estudando todo o questionário e anotando dúvidas, em silêncio. A partir disso, leio o questionário explicando cada questão pausadamente. Caso exista alguma dúvida que não foi explicada, busco sanar eventuais dúvidas e quando todas forem dirimidas passo para o próximo quesito, até a finalização do questionário. Assim, depois de explicado é interessante que seja realizada uma simulação do questionário com o entrevistador, para testar desenvoltura e se realmente as questões estão claras em sua mente. É interessante que sejam simulados diferentes perfis de entrevistado, para que eventuais dúvidas sejam sanadas e o entrevistador inexperiente possa adquirir certa experiência para aplicação do questionário. Outro fator que o treinador deverá estar atento é quanto a dispersão entre os entrevistadores, é necessário que o treinamento apresente momentos de descontração para não se tornar enfadonho, entretanto é fundamental que o foco seja sempre mantido, para mais uma vez, evitar ruídos. Além disso, o treinamento deverá possuir um planejamento com todas as pautas a serem apresentadas. Caso isso não ocorra, há a grande possibilidade de haver pontos esquecidos e com isso ineficiência na aplicação da pesquisa.
5) Fraude e falsificação. A baixa remuneração dos entrevistadores e problema de monitoramento das atividades desses colaboradores quando em campo, ou ainda a técnicas de pesquisa por telefone e que é permitido o trabalho em casa, abre caminho para realização de fraudes e falsificações de respostas. Isto pode chegar ao ponto de entrevistas inteiras serem inventadas ou repostas elaboradas para oferecer dados que não foram obtidos durante a enquete. Para isso é sugerido que seja realizada uma validação no final da aplicação dos questionários. Aaker menciona uma validação de 10% a 15% da amostra total de questionários realizados. Eu geralmente realizo uma validação de 15%, entretanto isto poderá variar em função da realidade de cada pesquisa. O gestor da pesquisa deverá auditar não apenas após a finalização da pesquisa, mas alguns questionários deverão ser auditados durante, para que seja possível a identificação de fraudes antes da finalização do período de campo.


Por fim, conclui-se que é necessário tentar minimizar os problemas encontrados nas principais etapas do processo: recrutamento, seleção, treinamento, motivação e controle adequados dos entrevistadores. Deve-se pensar em todas as possíveis falhas que este processo venha a ter e se anteceder a elas, mas, ainda assim, o potencial de baixa qualidade das entrevistas é enorme. Devido a isto a organização deverá montar um banco de dados de pesquisadores, utilizar-se de pesquisadores conhecidos para pesquisadas posteriores e aproveitar experiências passadas para que estas não tornem a ocorrer.
Esperamos assim, que a partir do que foi explicitado os gestores de pesquisa de marketing e interessados na área possam ter maior capacitação e diminuam a margem de erro nas pesquisas, bem como as partes interessadas.

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28 de junho de 2010

Marketing de Cidades: Nova Iorque lança campanha publicitária

O Marketing das Cidades, é uma área de aplicação do Marketing, com crescente importância para o desenvolvimento e crescimento de cidades, regiões, países, no limite de qualquer lugar. É o processo de gestão que é desenvolvido nas cidades para atender à satisfação das necessidades e desejos de indivíduos e organizações.
Territórios com maior desenvolvimento não apenas permitem que o ambiente e fatores naturais ajudem no processo de turismo e geração de receita. Estes são próativos e usam da imaginação e capacidade de racionio lógico para potencializar estes fatores.
Assim, fazendo uso deste conhecimento Nova Iorque vai lançar uma campanha publicitária em que ela própria é a protagonista. Tudo para se promover como um destino turístico no mercado interno, mas também a nível mundial, com especial enfoque na Europa, Brasil, Canadá e Austrália. Daí o uso de imagens vibrantes da cidade. O objetivo desta campanha é atrair 50 milhões de visitantes à cidade, e inverter a tendência de queda que se tem sentido nos últimos anos.

Para cumprir este objetivo, Nova Iorque fez um investimento de aproximadamente 55 milhões de reais na campanha desenvolvida pela NYC & Company, a entidade responsável pelo marketing e turismo da cidade, e surge no seguimento da estratégia lançada em 2007 com a assinatura "See more. Be More. This is New York City" [Veja mais. Seja mais. Isto é Nova Iorque]. O plano de meios nos vários mercados em que estará presente inclui televisão, imprensa e outdoors.


Fonte: www.sapo.pt/

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27 de junho de 2010

O Produto cai e o Consumidor fica. Quem ganha no jogo do Marketing de Experiência x Marketing Tradicional



"Uma experiência vale mais que mil palavras, mas juntas elas são imbatíveis...
"


Quando vi essa imagem no Facebook de uma amiga, que trabalha na Red Bull, criei imediatamente a obrigação de escrever sobre o Marketing de Experiência, conceito inovador que vem se tornando cada vez mais explorado no mercado, seja através de eventos, “realidades aumentadas”, telas interativas, ambientes aromatizados, etc.

Para os despercebidos que não entenderam o porquê da associação entre a imagem e o “Marketing de Experiência x Marketing Tradicional”, peço que sigam 3 passos:

1. Foque o olhar nos participantes do evento na imagem, e nos seus rostos. Felizes ok?
2. Pensem na marca que está em primeiro na categoria de Energéticos na mente dessas pessoas.
3. Confiram se essa é a mesma marca que ostenta, dentro de uma universidade, um bonito e avantajado outdoor. (caso ainda não tenha visualizado, clique na imagem e olhe atrás desses felizes participantes do evento)

Sim, estou fazendo a inevitável comparação de uma marca que está estática atrás dessas pessoas, focando no seu produto e outra que cria experiências, interage com seus clientes, estimula a coletividade e o consumo, além de estar inserida no ambiente onde os jovens irão conviver por alguns anos de suas vidas. Não pretendo com essa crítica fazer uma comparação entre as estratégias das marcas e suas respectivas iniciativas de marketing, mas comentar o fato e valor simbólico contido na imagem, que traduz perfeitamente a essência do Marketing de Experiência.

Como apontado por Jorge Nahas, no seu post “Experience Marketing: quanto vale uma vivência?”, “... o Marketing de Experiências, ou Experience Marketing, convida as pessoas a viver uma experiência positiva em contato com um determinado produto ou serviço. Trata-se de um tipo de marketing relacionado às sensações humanas, no qual as empresas não se concentram somente em vender, mas em criar experiências agradáveis pelas quais seus clientes, sejam eles internos ou externos, possam vivenciar”.

Para que essas empresas tenham sucesso na criação de suas experiências com os clientes, precisam planejar a interação com uma abordagem sistêmica, valorizando cada sentido e cada emoção, pois só assim poderá gerar um forte laço, memorização e valor agregado à marca.



Um dado extremamente interessante sobre o comportamento do consumidor é que “mais de 80% das decisões têm enorme fundamento emocional.”, e isso remete diretamente a uma das Leis do Marketing, abordadas por Al Ries & Jack Trout no livro As 22 Consagradas Leis do Marketing. Mais especificamente a Lei da Mente – É melhor ser o primeiro na mente que o primeiro no mercado -, vale conferir uma breve descrição desta:

“Ser o primeiro na mente é tudo em marketing. Ser o primeiro no mercado é importante apenas na medida em que lhe permite chegar à mente primeiro. Por exemplo, a IBM não foi a primeira no mercado com o computador de grande porte. A Remington Rand foi a primeira, com o UNIVAC. Porém, graças a um esforço maciço de marketing, a IBM chegou à mente primeiro e logo venceu a batalha dos computadores. A Lei da Mente resulta da Lei da Percepção. Se o marketing é uma batalha de percepção, não de produto, então a mente tem precedência no mercado. O problema é colocar a idéia ou conceito na mente do cliente em perspectiva...”




Então se há mais de uma década esses gurus escreveram que o marketing é uma batalha de percepção e não de produto, o que faz aquele outdoor atrás dos participantes do Red Bull Gol de Lata*?

Enfim, essa é uma pergunta que só os Gerentes de Marketing responsáveis pela iniciativa podem responder, mas o que posso afirmar com certeza é que ainda existem muitos paradigmas à serem transpostos nessa ciência e arte que "leva-se uma vida para se aprender..."

*Red Bull Gol de Lata é um evento promovido e organizado pelos SBM's (Student Brand Manager) da Red Bull dentro das principais universidades do País, onde é oferecido aos participantes a experiência de disputar partidas de Futebol Moleque, jogadas com bola papel e traves de lata, além de degustarem o energético.




Baixe na nossa Biblioteca Virtual: As 22 Consagradas Leis do Marketing - Al Ries & Jack Trout

• Referências:
Fotos Red Bull Gol de Lata: Romeu Delmonte


- Leia também: Introdução – Posicionamento: A Batalha por Sua Mente
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Pesquisadores de campo: Como evitar erros do entrevistador? (Parte 1)


Um dos problemas mais recorrentes de quem realiza pesquisa de mercado está relacionado com os pesquisadores de campo. Os Consultores/Coordenadores de pesquisa muitas vezes focam sua preocupação no problema da pesquisa, no método e tipo de pesquisa, e em como será realizada a pesquisa, enfim, realizam um planejamento perfeito, mas pecam em um critério considerado como simples da execução, e que poderá impactar extremamente em seu resultado final, a seleção, treinamento e acompanhamento dos pesquisadores de campo.
Existe uma enorme variação entre os entrevistadores quanto a suas características pessoais, experiências anteriores, estilo de entrevista e motivação para um trabalho bem feito. Essas diferenças se refletem em uma grande diferença nas formas como as entrevistas são realizadas [Aaker, 2004]. Devido a isto indicamos os 5 principais erros que ocorrem relacionados a estes colaboradores, para que os responsáveis possam se antevir e mitigar possíveis enviezamentos do resultado de pesquisas.
1) Recrutamento de pesquisadores. Este passo apesar de ser um dos iniciais, é um dos mais importantes. Caso a empresa já possua um banco de dados prévio, contendo as informações de cada pesquisador, que pesquisas participou e como foi seu desempenho, esta etapa tenderá a possuir maior êxito. Caso seja a primeira vez ou o banco de dados esteja desatualizado deverá elaborar um processo de recrutamento e seleção destes pesquisadores. Como qualquer processo de seleção o avaliador deverá primeiramente estabelecer quais as competências necessárias para desempenhar esta atividade. É importante que esteja sempre atento ao nível de escolaridade do pesquisador. Além disso, caso a pesquisa contenha perguntas abertas, é interessante que a letra do recrutado seja de fácil entendimento, para evitar perda de informação, comparação ou codificação. Outro fator imprescindível é que este tenha carisma para obter as informações sem causar incomodo ou repulsa do entrevistado. A partir disso, recrutar, seja a partir de empresa da área, seja por canais já conhecidos, buscando obter um número de candidatos que permita uma boa análise dos melhores para ocupar este cargo. Como é uma atividade de simplicidade de execução, em alguns casos, apenas uma entrevista com os principais candidatos será necessário para selecionar o mesmo.
Depois disso, deve-se passar qual o objetivo da contratação e o quê e como deve ser feito o trabalho. Todas as dúvidas deverão ser esgotadas nessa etapa. O pesquisador de campo deverá saber quais são suas obrigações e deveres, além do que será acertado enquanto remuneração e bonificação, para que não existam “ruídos” futuros.


2) Impressão causada no respondente. Para os entrevistados o momento de pesquisa representa uma nova experiência, e devido a isto seu comportamento será condicionado ao comportamento adotado pelo pesquisador. Devido a isto é fundamental que no treinamento do entrevistador, seja transmitido que este deverá buscar o estabelecimento de uma relação de empatia com o respondente. Isto geralmente, é mais facilmente alcançado quando o aplicador da pesquisa e o entrevistado possuem as mesmas características básicas, como idade, sexo e classe social. Em caso de pesquisas internacionais a utilização de pesquisadores locais e com estas características poderá potencializar este resultado.
Além disso, o pesquisador deve ter em mente que sua atitude deverá ser segura e de intimidade com a tarefa. Para isso sempre que possível deve-se ter um treinamento aprofundado e entrega de material de apoio para que o pesquisador possa conhecer mais sobre o tema da pesquisa. É interessante que seja mencionado no treinamento que a comunicação poderá falhar se o entrevistador parecer superficial ou demonstrar cansaço na aplicação da pesquisa.
3) Pergunta, investigação e registro. A comunicação é composta, basicamente, por emissor, mensagem e receptor. Como sabemos a forma como determinada sentença é dita, poderá ter grande impacto em como o receptor recebe esta mensagem, gerando muitas vezes “ruídos” nesta comunicação. Assim, a maneira como o entrevistador faz determinada pergunta poderá, além de trazer suas opiniões e percepções sobre a resposta, revelar suas expectativas sobre os tipos de respostas mais “adequadas” por parte dos respondentes. Por exemplo, em uma pergunta que foi originalmente formulada: “Você tem filhos cursando a universidade?”, caso a pergunta seja feita desta forma: “Eu não acredito que você tenha filhos na universidade. Tem?” o impacto no resultado da pesquisa poderá inviabilizar as inferências realizadas. Para que o leitor tenha uma noção, segundo Aaker, em determinada pesquisa, descobriu-se que um dos entrevistadores obteve 8% e outro, 92% de escolha de um mesmo quesito.
Neste processo, em alguns casos, os pesquisadores não buscam realizar uma investigação efetiva da resposta, ou perceber se o entrevistado conseguiu entender o âmago do questionamento. Isto de dá, [1] por falta de motivação do entrevistador, seja por falta de remuneração, índole do entrevistador, dentre outros fatores, [2] por imaginar-se que o respondente não tem muito a dizer sobre o assunto, ou que sua resposta é considerada “correta” pelo entrevistador.
Devido a isto, no treinamento, cabe ao gerente da pesquisa que passe todas as informações necessárias, além de demonstrar que é fundamental colher as informações transmitidas pelo entrevistado sem que este sofra grande influência do entrevistador.
(Continua...)


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26 de junho de 2010

Copa do Mundo de tempo gasto on-line! Quem leva essa?

Os dados revelaram que apesar do tamanho modesto do mercado de Israel, esse tem uma das populações mais ativas e empenhadas na Internet do Mundo, ocupando a segunda posição, atrás apenas do Canadá, em termos de média de tempo mensal gasto on-line. Durante o mês de Maio os usuários israelitas passarem em média 38,3 horas conectados na rede. Notavelmente, esse alto engajamento entre os usuários de Internet de Israel é 60% maior do que a média mundial, que fica em apenas 24 horas on-line por mês.




Fonte: http://freemarketmojo.com/?p=10977
Traduzido e adaptado por: @mktmay31
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24 de junho de 2010

Guia do Profissional de Marketing

Para aqueles que têm algum interesse pela área, mas ainda possuem dúvidas sobre o curso que irão fazer e/ou como se especializar na área, abaixo é possível ver o guia do profissional de marketing. Esperamos ter cada vez mais colegas interessados na área e discutindo sobre marketing em nosso blog.


MARKETING

Uma entre as diversas definições de marketing é "o conjunto de conhecimentos necessários para estimular a venda de produto se serviços, detectando e aproveitando as oportunidades de mercado, com o objetivo de satisfazer o cliente e obter retorno para determinada marca, empresa ou pessoa." Cabe ao profissional traçar e executar estratégias para alcançar os objetivos que a empresa deseja atingir, como lealdade à marca, boa imagem do produto e lucratividade. Pode atuar em qualquer tipo de organização, desde departamentos de marketing de grandes empresas até institutos de pesquisa e órgãos públicos.

Está habilitado também a prestar assessoria a pequenos e médios negócios, nos quais sua principal função é promover a marca e o lançamento de produtos, definindo, por exemplo, as estratégias, o público-alvo e o preço a ser estabelecido. Trabalha ainda com pesquisa de mercado, coletando e analisando dados sobre o perfil do consumidor e o ambiente socioeconômico, na inovação de produtos que já existem e necessitam de atualização, e com merchandising (veja a definição abaixo, no item O que você pode fazer).


O Mercado de Trabalho

Há boas ofertas de emprego em todas as regiões do país. A maioria dos empregadores está nas regiões Sul e Sudeste: "São Paulo, Campinas, Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba são os destaques", diz Giancarlo Ricciardi, Coordenador do curso de Marketing da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo. No Norte, Nordeste e Centro-Oeste, devido ao crescimento do mercado de consumo dessas regiões, as empresas buscam gestores para os seus departamentos de Marketing e Vendas. "Nas indústrias agropecuária, têxtil, moveleira e de tecnologia – geograficamente dispersas pelo país – sempre surgem oportunidades", completa Marcos Nepomuceno, Coordenador do curso de Propaganda, Publicidade e Criação do Centro de Comunicação e Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo.

Bacharéis e tecnólogos são solicitados por empresas de diversos portes e pelo setor de serviços para acompanhar o desempenho de seus produto se, se necessário, executar ações de marketing para elevar as vendas. "Aumenta a demanda de médias e pequenas empresas por ferramentas e recursos do marketing. Essa mudança, que é estrutural, traz resultados a médio e longo prazo, permitindo o crescimento das ofertas de trabalho. Além disso, as grandes corporações desenvolvem ações mercadológicas cada vez mais complexas e sofisticadas, o que gera oportunidade para os profissionais bem qualificados", diz Nepomuceno.

As áreas que mais empregam são as ligadas ao varejo (vendas), ao marketing B2B (business to business – comércio eletrônico associado a operações de compra e venda de informações,
produtos e serviços pela internet ou redes privadas de negócios) e as que levam em conta a opinião do consumidor, como pesquisa de mercado.

O Curso


Bacharelado

Há oferta de cursos de bacharelado em grande parte do Brasil. Desde o começo do curso mesclam-se disciplinas gerais com específicas, como psicologia, sociologia, introdução ao marketing, contabilidade, filosofia e ética profissional. A partir do terceiro ano começam matérias mais peculiares do marketing, como comportamento do consumidor, estatística, finanças, economia, administração estratégica, pesquisa de marketing, comportamentos
de compra B2B, além de marketing industrial, de serviços, de varejo, global, corporativo e direto.
Estuda-se também produção e leitura de textos e aspectos ligados à gestão em vários segmentos, como gestão de preços, de produtos e de comunicação. No último ano deve-se fazer a opção entre gestão de marketing ou pesquisa de mercado. Na conclusão do curso é exigida a apresentação de um trabalho.

Duração média: quatro anos.
Outros nomes: Comun. e Mkt.; Comun. Soc. (Comun. e MKT.); Comun. Soc. (MKT.); Prop. e Mkt.; Prop., Public.e Criação (MKT.).

Tecnológico

Depois de escolher a ênfase do tecnológico,com muitas ofertas no país, de maneira geral os cursos oferecem disciplinas tanto da área de comunicação como da de finanças. Prepare-separa estudar fundamentos de administração, economia e mercado, contabilidade, técnicas de negociação e matemática. Essas matérias teóricas são mescladas com outras mais ligadas à prática da profissão, como comportamento de compra e consumo, estratégia de vendas, marketing deprodutos e serviços, varejo, relações internacionais,gestão de marcas e direito do consumidor.Algumas escolas exigem um trabalho de conclusão de curso.

Duração média: dois anos.
Outros nomes: Comun. e Mkt.; Estrat. de Mkt. e Serv.; Ger.de Mkt. de Vendas; Gestão de Mkt.; Gestão de Mkt. (ger.comercial); Gestão e Plan. de Mkt. e Vendas; Gestão em Mkt.; Gestão Merc.; Promoção de Vendas e Merchandising; Promoção e Merchandising.


O que você pode fazer:

  • Consultoria: Prestar assessoria a empresas para promover o lançamento de produtos.
  • Desenvolvimento de produtos: Identificar necessidades dos consumidores e convertê-las em ofertas, produtos ou serviços que os satisfaçam.
  • Gerência de produto: Planejar as estratégias de venda de um produto desde quando é lançado até sua chegada ao mercado.
  • Merchandising :Planejar a inserção publicitária dentro do conteúdo de veículos de comunicação e administrar os resultados da ação.
  • Planejamento estratégico: Coletar, analisar e interpretar dados do mercado para estabelecer estratégias a fim de atingir os objetivos da empresa.
  • Pesquisa: Obter dados, como renda, escolaridade e hábitos de consumo, que possibilitem conhecer o mercado antes do lançamento de um produto. Avaliar o impacto da chegada desse produto até o consumidor.

Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/
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23 de junho de 2010

Dez lições da sua avó que podem ser aplicadas às Mídias Sociais

Quando li o título “10 lecciones de tu abuela aplicables al Social Media” acompanhado da foto de uma velhinha utilizando o computador no site “Senior Manager”, não pude deixar de sorrir e lembrar das lições da minha avó.

Apesar das mídias sociais terem tido expressivo crescimento e destaque nos últimos anos, o modo de agir nelas é uma transposição das velhas práticas de bom relacionamento em sociedade. Por isso que pregamos tanto que, ao se inserirem nas mídias sociais, as empresas devem prezar pelo relacionamento com seus clientes e parceiros e não achar que vão utilizar essas “novas mídias” para realizarem o mesmo marketing que já praticam há anos nos meios offline.

Como diz o artigo do “Senior Manager” citado acima, única coisa que mudou na forma de nos comunicarmos foi o surgimento de plataformas virtuais e tecnológicas, a forma de nos relacionarmos continua praticamente a mesma.

Abaixo a tradução das 10 lições que, sem dúvida, sua avó te deixou e que agora devem ser utilizadas nos relacionamentos nas mídias sociais:

1. Cuidado com os modos!: A web 2.0 é um ambiente social, e ainda que estejamos interagindo num espaço virtual, devemos aplicar as normas sociais tradicionais. Assim, se você se comporta de forma mal educada e grosseira, conseguirá o mesmo efeito que quando faz isso de forma presencial na sociedade.
2. Coloca a camisa dentro da calça!: A apresentação pessoal é tão importante no mundo virtual como no mundo real. Assim, se assegure de estar consciente da imagem que os outros têm de você (e não me refiro apenas à foto do seu perfil).
3. Diga “obrigado”!: As pessoas gostam de saber que estão sendo apreciadas. Não precisa de muito para transformar um conhecido em um amigo dentro das redes sociais, um simples “obrigado”, ou qualquer outra interação verdadeira, genuína e gratuita te ajudará a conseguir seus objetivos.
4. Tira os cotovelos da mesa!: Atuar com respeito diante dos demais demonstra que você os valoriza! Isto geralmente faz com que te valorizem ainda mais! Nas mídias sociais, tudo se dá a partir do respeito e de valores.
5. Baixa o volume da música!: Não contribua com o ruído e não fale mais alto que o necessário. Escuta sempre, principalmente quando as mensagens são relacionadas a você, mas tenha cuidado de não atrapalhar os demais e baixa o volume quando o ruído de sua conversa for muito alto.
6. Não prometa o que não pode cumprir!: Um compromisso é um compromisso. Se você disse que colaboraria fazendo um artigo, não espere que te lembrem. Mostre uma imagem participativa e se mantenha preparado para estar presente quando necessitarem de você.
7. Come os vegetais!: Existe alguns aspectos do Social Media que nós não gostamos, mas que são tão importantes como os que servem de entretenimento. Assegure-se de manter-se em dia com o que te agrada e também com o que importa – ainda que, às vezes, o que é importante possa parecer tedioso.
8. Desliga isso e vai ler um livro!: Estamos cheios de tecnologia e nos esquecemos do básico. Um bom livro, um passeio ou uma conversa presencial podem servir de inspiração e fazer aflorar a criatividade de um modo que os meios virtuais não podem.
9. Não minta!: A moeda de intercâmbio da Web 2.0 e, sobretudo, das redes sociais é a confiança. Esse é o novo capital social, que influi diretamente na sua reputação. Se as pessoas não podem confiar em você, então você não será valorizado por elas, você se torna um ninguém na rede.
10. Cuidado com o linguajar!: Na rede, podemos dizer o que quisermos, mas não podemos apagar nem voltar atrás quanto ao que foi dito. Tudo que se diz, fica ali para sempre, e poderá ser escutado. Pensa bem antes de dizer ou publicar qualquer coisa!

Adaptação traduzida do site Senior Manager
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22 de junho de 2010

Maradona vai ficar pelado!

É exatamente isto que você está lendo caro leitor, o titulo da notícia não está errado, por mais bizarro e incrível que pareça. Dieguito, o técnico da seleção Argentina de futebol, mais conhecido como Diego Armando Maradona, prometeu desfilar completamente pelado, caso a Seleção Argentina ganhe a copa do mundo de futebol. Em uma sacada completamente inusitada, a Pepsi, através da BBDO Argentina, se juntou ao desafio do treinador, com outra promessa. Caso o treinador cumpra o prometido, a empresa de refrigerantes irá retirar seu rótulo por uma semana na Argentina. Será que eles cumprem? Cabe agora ao leitor decidir se irá manter a rivalidade entre brasileiros e argentinos torcendo contra a seleção Argentina, ou torcer para que este fato ocorra e nos permita realizar outro post inusitado. Vale lembrar que a Coca-Cola é patrocinadora oficial da Copa do Mundo e da Seleção Argentina.



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